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March , 2010
Sunday





Frases, textos, artigos motivacionais, mensagens de otimismo, mensagens de reflexões, motivação, mensagens para motivar, textos de motivação, lindas frases e muito mais…

Arquivo da categoria ‘deficiência’

É mais gratificante

Postado por Adrian |Webmaster| em novembro - 2 - 2009 Comentar

Presente natal

Paul ganhou de seu irmão, como presente de Natal, um automóvel novo.

No dia de Natal, quando Paul saiu de casa, percebeu que um moleque de rua estava andando em volta de seu brilhante carro zero, admirando-o.

- Este carro é seu? Perguntou o menino.

Paul confirmou com a cabeça. Meu irmão me deu de presente no Natal.

O garoto estava maravilhado.

- Quer dizer que seu irmão deu a você e você não gastou nada? Cara, eu queria…

Paul julgou saber como o garoto completaria a frase. Por certo iria dizer que queria um irmão como o dele. Mas o que o moleque disse deixou Paul perplexo.

- Eu queria, continuou o garoto, poder ser um irmão assim.

Paul olhou para o garoto surpreso e, impulsivamente, lhe perguntou:

- Você gostaria de dar uma volta no meu automóvel?

- Sim, eu adoraria.

Depois de uma voltinha, o menino virou-se e, com os olhos resplandecentes disse:

- Você se importa de passar em frente à minha casa?

Paul sorriu consigo mesmo, pensando que sabia exatamente o que o moleque queria. Certamente desejava mostrar aos vizinhos que podia voltar para casa num carrão.

Mas Paul se enganara outra vez.

- Você dá uma paradinha ali onde estão aqueles dois degraus? Pediu o menino.

O garoto saiu do carro e subiu os degraus correndo. Logo, Paul o viu voltando. Mas não estava mais andando rápido, estava carregando seu irmãozinho paralítico. Fê-lo sentar no degrau de baixo e, abraçando-o com força, mostrou o carro.

- Lá está Buddy, exatamente como eu contei lá em cima! O irmão deu o carro a ele de presente de Natal e isso não lhe custou nem um centavo. Algum dia eu vou dar a você um como este… Daí, você vai poder ver, por você mesmo, as coisas bonitas. As vitrinas enfeitadas no Natal, as ruas e árvores iluminadas, as belezas enfim, sobre as quais eu tenho tentado contar a você.

Paul saiu do carro, pegou o garotinho no colo e o colocou no banco da frente, a seu lado. O irmão mais velho, com olhos brilhantes, sentou-se ao lado dele e os três começaram um inesquecível passeio de Natal.

Naquele momento, Paul compreendeu que é mais gratificante dar…

Uma história, uma lição…

Nesses tempos de tanto egoísmo, de individualismo e indiferença para com o sofrimento alheio, vale a pena refletirmos um pouco sobre esses pequenos gestos, que tanto engrandecem o homem.

Nesses tempos em que as criaturas estão ávidas por ter, e ter cada vez mais, vale pensarmos em conjugar o verbo ser.

Ser atencioso, ser caridoso, ser afetuoso, enfim, romper a concha do egoísmo e descobrir na doação aos semelhantes, a alegria de viver.

Pense nisso!

Diz um sábio provérbio chinês:

Se há luz na alma, haverá beleza na pessoa.

Se há beleza na pessoa, haverá harmonia no lar.

Se há harmonia no lar, haverá ordem na nação.

Se há ordem na nação, haverá paz no mundo.

(Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria desconhecida)

SAGA DOS PARAOLÍMPICOS

Postado por Adrian |Webmaster| em setembro - 4 - 2008 Comentar

Por: Faustino Vicente*

Entre as  várias manifestações que recebemos pelo nosso texto – Olimpíadas,o maior espetáculo da terra – destacamos a da mãe de um jovem deficiente físico. “Ele é quase um artista e também pratica esportes. Meu interesse é numa divulgação maior das Paraolímpiadas”, afirma ela. A primeira edição das Paraolímpiadas,  ocorreu em Roma (1960) e desses jogos participaram somente atletas com deficiência física. O neurologista e neurocirurgião alemão,Ludwig Guttmann, é considerado o Pai dos Jogos Paraolimpicos.
Embora com menor interesse comercial, esses jogos ganham em espírito olímpico, essência dessa singular competição esportiva,cujo berço encontra-se na antiga Grécia. Além da elevada performance técnica dos atletas paraolímpicos, eles revelam ao mundo exemplares lições de vida, que  nos levam a uma profunda reflexão sobre como enfrentar desafios, e superar limites, no nosso dia-a-dia.
Os Jogos Paraolímpicos de Pequim2008 (entre 6 e 17 de setembro) representam uma  oportunidade a mais para ampliarmos o nosso horizonte sobre  “os paraolímpicos da vida”, ou seja,  pessoas vitimas da preconceituosa sociedade em que vivemos. Basta uma pessoa estar fora dos padrões convencionais para sofrer as cruéis conseqüências dessa, mundialmente conhecida, chaga social. Segundo o gênio Albert Eisntein (1879-1956) – “é mais fácil desintegrar  um átomo do que um  preconceito”.
A cor da pele, a etnia, a opção sexual,  nível de escolaridade, faixa etária avançada, desemprego prolongado, estética fora dos padrões convencionais, residentes em área elevada violência,baixa renda e limitação física, ou mental, são alguns dos alvos preferidos pela discriminação e pelo preconceito. Falta de consciência sobre o respeito às diferenças. Precisamos estar atentos para não perdermos a nossa capacidade de nos indignar (e agir) diante das injustiças sociais.Como dizia Martin Luther King (1929-1968) –“o que me assusta não é grito dos maus,mas sim, o silêncio dos bons”.
Os pais que possuem um filho, ou uma filha, com alguma necessidade especial, e é cuidado apenas por eles, enfrentam uma série enorme de dificuldades. Os que possuem recursos financeiros elevados, que são a minoria, têm a situação minimizada pela contratação de profissionais especializados da área de saúde, para ajudar nas tarefas do cotidiano. Quando além da limitação física a pessoa acumula uma deficiência mental a situação dos pais torna-se critica, e é quando a figura da mãe, mais uma vez, se agiganta. A população espera que os candidatos, à Prefeitura e à Câmara Municipal, divulguem os projetos que objetivam melhorar a qualidade de vida das pessoas com necessidades especiais.
A situação torna-se dramática para as famílias que possuem filhos nessas condições e vivem na miséria que, segundo o pacifista indiano Mahatma Gandhi (1869-1948) “é a maior das violências”. Na realidade, a Medalha de Ouro que os atletas paraolimpicos buscarão no “Ninho de Pássaro, pode ser representada por oportunidades (iguais) para que possam revelar e desenvolver todo o seu potencial. Esta é a motivação maior para a conquista  da tão sonhada cidadania – direito universal, natural e inalienável, de todo ser humano.
Fator positivo encontra-se no Terceiro Setor – movimento de responsabilidade social – que, através de organizações não governamentais, vêm prestando relevantes serviços para a evolução profissional e social, de pessoas com necessidades especiais. A ação de voluntários é referência bíblica (Mateus 22, 36-39). “Mestre, qual é o grande mandamento da Lei? Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor,teu Deus,de todo teu coração,de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.Este é o primeiro e  grande mandamento. O segundo,semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”

* Faustino Vicente  – Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos – faustino.vicente@uol.com.br – tel.(11) 4586.7426 – Jundiaí (Terra da Uva) – São Paulo – Brasil

Deficiências

Postado por Adrian |Webmaster| em julho - 9 - 2008 Comentar

(enviado por Ângela Carvalho de Jesus - São Paulo/SP)

Deficiente é aquele que não consegue modificar sua vida,

aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive,

sem ter consciência de que é dono do seu destino.

Louco é quem não procura ser feliz com o que possui.

Cego é aquele que não vê seu próximo morrer de frio,

de fome, de miséria. E só têm olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

Surdo é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um

amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e

quer garantir seus tostões no fim do mês.

Mudo é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

Paralítico é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

Diabético é quem não consegue ser doce.

Anão é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois Miseráveis são todos que não conseguem falar com Deus.

A amizade é um amor que nunca morre.

(por Mário Quintana)

Deficiências

Postado por Adrian |Webmaster| em junho - 21 - 2008 1 Comentario

Deficiente é aquele que não consegue modificar sua vida,

aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive,

sem ter consciência de que é dono do seu destino.

Louco é quem não procura ser feliz com o que possui.

Cego é aquele que não vê seu próximo morrer de frio,

de fome, de miséria. E só têm olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

Surdo é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um

amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e

quer garantir seus tostões no fim do mês.

Mudo é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

Paralítico é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

Diabético é quem não consegue ser doce.

Anão é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois Miseráveis são todos que não conseguem falar com Deus.

A amizade é um amor que nunca morre.

(por Mário Quintana)

Oralização x Língua de Sinais

Postado por Profª Cris Passinato em abril - 15 - 2008 9 Comentarios

O ator de teatro Nelson Pimenta, 40 anos, garante que a surdez nunca foi empecilho para sua inclusão no mercado de trabalho, porque sempre viveu voltado ao mundo dos surdos. Ele ressalta, porém, que já teve dificuldade de relacionamento por causa da comunicação. Surdo desde o nascimento, ele não é oralizado. Se comunica apenas em Libras. “Cresci sem perceber que era diferente, pois na minha família todos, ouvintes e surdos, se comunicam em Língua de Sinais. Somente na adolescência descobri que era surdo e a maioria das pessoas não”, diz ele. “Esse atraso na descoberta da diferença foi benéfico, pois adquiri uma integridade forte e auto-estima elevada.” Pimenta mora no Rio, estuda cinema na Faculdade Estácio de Sá, dá aula de Libras para surdos e ouvintes e dirige uma produtora, criando vídeos e livros para melhorar a educação dos surdos e a comunicação com os ouvintes.

Além da Libras e do oralismo, muitos surdos usam o bimodalismo (fazer o sinal em Libras e falar ao mesmo tempo) para se comunicar. Esta é a forma que a pedagoga Ana Lídia Bastos Thalhammer, 47 anos, surda desde os 4 anos por causa de uma pneumonia, encontrou para ensinar e se comunicar com seus alunos surdos. Ana é oralizada e, diferentemente do ator Nelson Pimenta, passou toda a infância sem usar Libras ou gestos. “Só fui aprender a Língua de Sinais depois de adulta para me comunicar com alunos surdos que não conseguiam fazer a leitura labial”, explica a pedagoga. Ana conta que sofreu muito na adolescência, quando deixou de estudar em escola especial e foi para uma escola regular. Os colegas ouvintes não admitiam o fato de ela ser diferente. Por isso, não a aceitavam em seus grupos. “A situação só melhorou quando me formei e passei a dar aulas nessa mesma escola. A partir daí, colaborei para a instituição receber outros alunos surdos”, lembra. Para a pessoa surda ser bilíngüe é preciso que domine o português e saiba a Língua de Sinais.

Esta é uma das habilidades de Ana Lídia, que é coordenadora pedagógica na área da surdez da Faculdade e Colégio Radial e professora de Libras na UniFMU, ambas em São Paulo. A Radial tem 4.000 alunos em todas as suas unidades – 58 são surdos. Segundo Ana Lídia, a comunidade surda acha e acredita que a Língua de Sinais é a melhor forma de comunicação entre surdos, e, enfatiza, necessária aos ouvintes. “Particularmente, não aceito a Língua de Sinais sem usar a fala concomitantemente. Devemos usar as duas formas de comunicação, porque facilitam o entendimento para os surdos. Se ele não faz leitura labial, usa o gestual, ou vice-versa, ou as duas juntas”, afirma.

Aprender Libras ou desenvolver a fala desde cedo dependerá do contexto familiar em que a criança vive. Para a fonoaudióloga, coordenadora e professora do curso de Aprimoramento Linguagem e Surdez da DERDIC/PUC-SP, Maria Cecília de Moura, é papel do fonoaudiólogo fazer a família compreender a necessidade de inserir a criança o mais cedo possível num ambiente lingüístico que possibilite a aquisição de linguagem da forma mais natural – no caso do surdo, a Língua de Sinais. “É por meio desta língua que ele poderá se constituir como sujeito pleno”, afirma. “Quanto à oralidade, considero que as crianças que tiveram condições de desenvolvê-la deveriam ter a possibilidade de usá-la. Não no sentido de inclusão na sociedade por meio da oralidade, mas no sentido de que esta pode ser um facilitador no dia-a-dia do surdo.” Existem adaptações de aparelhos de amplificação sonora que auxiliam na oralização dos surdos, mas Maria Cecília deixa claro que o aparelho tem papel apenas na oralização, não na alfabetização.

Em muitas escolas para surdos ainda se pensa na alfabetização como uma transposição da oralidade. Aí está o problema. “Enquanto se pensa dessa forma, o processo de ensino-aprendizagem da escrita continuará sendo dificultoso, quando não impossível, para muitos surdos.”Em seu consultório, a fonoaudióloga atende crianças, adolescentes e adultos surdos que muitas vezes a procuram depois de tentativas frustrantes com a oralização.

Maria Cecília avisa que isso não deveria acontecer, pois logo que a surdez é diagnosticada os pais devem procurar um fonoaudiólogo para serem orientados sobre como propiciar a seus filhos o aprendizado da Língua de Sinais e para que sejam feitas as outras indicações necessárias como aparelhos auditivos e treino de fala. Foi o que fizeram os pais da estudante do curso de Química da Universidade Federal de Santa Catarina Anahí Guedes de Mello, 28 anos, que tem surdez progressiva, do tipo neurossensorial bilateral profunda. Após operar o ouvido esquerdo aos 3 anos de idade – quando a surdez foi descoberta – Anahí passou a usar um aparelho auditivo e a realizar sessões de fonoterapia, não para adquirir a Libras, mas sim para desenvolver a fala e mais tarde com a ajuda da mãe, a escrita e a leitura.

Independentemente da surdez, Anahí conta que quando criança levou uma vida feliz, interagindo com as outras de sua idade, frequentava escola regular. Na adolescência, preferiu muitas vezes trocar as diversões por livros e conversas intelectualizadas. “Era mais divertido dar aulas de matemática, análise sintática e química aos colegas de escola do que ficar conversando sobre assuntos típicos de adolescente.” Nesta fase, a surdez representava para Anahí, uma série de questionamentos sobre valores. “Passei a encarar a surdez não apenas como uma limitação biológica, mas também como uma condição intrinsecamente humana, podendo ser superada dentro das minhas possibilidades, sem limitar as minhas escolhas e desejos.” Lista de discussão Anahí é uma da moderadoras da lista de discussão dos Surdos Oralizados (anahí@saci.org.br).

Além de estudar, trabalha com controle de qualidade de medicamentos homeopáticos e produtos cosméticos. A estudante é defensora do oralismo e do implante coclear, cirurgia que realizou há um ano. “Hoje, a surdez gira em torno das minhas emoções pela descoberta de novos sons a cada dia.” A polêmica em torno do oralismo e da Libras existe há muito tempo, mas é preciso lembrar que o importante é a inclusão do surdo na sociedade, que é constituída, na maioria, por ouvintes.

A oralização para o surdo, bem como a aprendizagem de sinais para o ouvinte que convive diretamente com ele, é uma tentativa de superar os limites e transpor barreiras na comunicação. Para que se compreenda melhor o desafio da comunicação alternativa, a fonoaudióloga da equipe de Implante Coclear do Hospital das Clínicas da Unicamp, Silvia Fernanda Curi, faz uma comparação: “Quando vamos a um país de língua estrangeira, mesmo que não sejamos surdos, podemos não conseguir nos comunicar oralmente e fazer uso de gestos para entendermos e sermos entendidos.” Esta diferença de linguagem, analogamente ao que ocorre no dia-a-dia do surdo, não faz com que os ouvintes sejam melhores ou piores, apenas diferentes. “Mas o conhecimento da língua e a tentativa de nos comunicarmos por meio de uma língua comum alargariam as nossas possibilidades e tornariam a nossa viagem bem mais interessante.”

Deixar de ser oralizado quando há possibilidade de sê-lo pode fazer falta para a pessoa surda. Silvia argumenta que se o surdo se limitar a uma comunicação apenas por sinais perderá, além da oportunidade de interagir mais efetivamente com pessoas ouvintes – muitas vezes interessantes -, a compreensão de um mundo organizado em grande parte para uma população ouvinte, não recebendo informações importantes através da fala, da leitura orofacial, o que muitas vezes o capacitaria para uma melhor qualidade de vida, considerando os aspectos emocionais, financeiros e sociais, correndo o risco de se isolar em um mundo limitado. O debate que se inicia pede que todos participem de coração aberto. Implante coclear O implante coclear (IC) é uma possibilidade de levar informações sonoras a uma pessoa que naturalmente não poderia recebê-las. O IC pode trazer benefícios desde o simples reconhecimento de sons ambientais, auxiliar na compreensão da fala com apoio visual e falar ao telefone.

As respostas auditivas dependem de vários fatores, como as condições da cóclea, do nervo auditivo, número de eletrodos inseridos, tempo de surdez, trabalho e fonoaudiológico efetivo. Existem algumas desvantagens, como a necessidade de intervenção cirúrgica para colocação do dispositivo interno, necessidade de acompanhamentos periódicos para ativação, programação e ajustes, o custo das baterias, ter uma parte externa que é suscetível a acidentes (processador de fala, microfone, cabos e antena). Mas, geralmente, os usuários de IC consideram essas desvantagens mínimas, quando avaliada a relação custo-benefício.

Fonte: Revista Sentidos


Imagem de Amostra do You Tube

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Neste site são disponibilizados para vocês os textos motivacionais diversos que o pessoal da área de recursos humanos tem usado bastante para colocar nos quadros da empresa ou para enviar aos seus colaboradores… Temos também diversos vídeos muito úteis e de excelente qualidade que não se pode perder a chance de conhecer!

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