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September , 2010
Monday





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Archive for maio, 2009

Como não falar

Posted by Adrian |Webmaster| On maio - 27 - 2009 ADD COMMENTS

O sucesso de suas apresentações talvez dependa mais dos erros que você deve evitar do que dos acertos da sua comunicação. São cuidados simples e fáceis de serem observados que garantem o bom resultado da oratória em quase todas as circunstâncias. Aproveite esta oportunidade para refletir como tem sido seu comportamento diante do público e o que poderá fazer para melhorar.

Não seja morno – Já vi inúmeras apresentações que poderiam ser excepcionais falharem por causa desse defeito. Oradores que falam sem vida, sem vibração, sem entusiasmo não conseguem motivar e envolver os ouvintes. Por isso, se a sua comunicação tem sido morna, sem energia, talvez esteja na hora de pôr um pouco de tempero na sua fala. Conte histórias, use humor, dê exemplos, toque a emoção do público e amplie suas chances de sucesso.

Não fale muito baixo – Aloôô, não estou dizendo para sair por aí gritando com as plateias, mas sim que não fique sussurrando sem necessidade diante dos ouvintes, obrigando que façam enorme esforço para entender o que você está tentando comunicar. Como regra geral, fale um pouco mais alto do que seria suficiente para que as pessoas pudessem ouvir, para demonstrar seu interesse e envolvimento com o assunto. A não ser que a interpretação da mensagem ou o ritmo da fala exijam volume de voz mais baixo, evite cochichar diante do público.

Não use vocabulário rebuscado – Se você transmitir a mensagem usando termos incomuns, difíceis de serem compreendidos, estará a um passo do fracasso com sua comunicação. Vocabulário com essa característica pode tornar a comunicação incompreensível e afastar a concentração e o interesse da plateia.

Esse cuidado pode ser dispensado se os ouvintes tiverem bom nível intelectual, pois, se não conseguirem entender a palavra em si, provavelmente a compreenderão dentro do contexto da mensagem. Como, entretanto, esse tipo de público não é muito comum, é melhor simplificar.

Não use palavras vulgares – O conceito de vulgaridade é bastante relativo. Depende do tipo de ouvinte e da característica de quem fala. Palavrões podem parecer linguagem inocente na boca de algumas pessoas, enquanto palavras não tão pesadas poderão ser entendidas como indecência quando proferidas por outras.

Mesmo considerando essa relatividade, evite usar palavrões e excesso de gírias ao falar em público. Esse vocabulário rasteiro poderá comprometer sua imagem e prejudicar o resultado da sua apresentação.

Não gesticule demais – Se você não gesticular, estará deixando de usar um precioso recurso da comunicação. Entretanto, é preferível que não use nenhum gesto a falar com excesso de gesticulação. Lembre-se sempre dessa boa regra: entre os dois defeitos comuns da gesticulação, que são a falta e o excesso, prefira sempre a falta ao excesso. Quase sempre, o ideal é falar com gestos moderados, que acompanhem o ritmo e a cadência da fala.

Não fale sem objetivo – Esse conceito não é novo, mas se aplica muito bem à comunicação: quem não sabe aonde deseja chegar não sabe o rumo que deve tomar. Por isso, tenha em mente o que deseja com sua apresentação: é persuadir, informar, entreter, provocar? Enfim, o que você pretende com sua mensagem? Estabeleça seu plano e caminhe na busca dos seus objetivos.

Não fale sem ordenar o pensamento – Se você não souber as etapas que pretende cumprir na apresentação, parecerá um papagaio de papel sem rabo, indo de um lado para outro sem saber os passos que deve dar. Ainda que não seja com muito rigor, saiba sempre como iniciar, preparar, desenvolver e concluir suas apresentações. Você se sentirá mais seguro, será mais lógico na exposição e facilitará a compreensão dos ouvintes.

Não fale da mesma maneira para ouvintes diferentes – Um dos maiores erros que você pode cometer é o de falar do mesmo jeito para plateias distintas. Em cada apresentação, considere sempre o nível intelectual dos ouvintes, o conhecimento que possuem sobre o tema e a faixa etária predominante do grupo. Assim poderá adaptar a mensagem e a maneira de falar de acordo com as características da plateia.

Não fale sem conhecer o assunto – De todos os aspectos de uma apresentação nenhum pode ser considerado mais relevante que o conteúdo. Se você falar sem domínio do que vai expor, provavelmente, será visto como um ‘falador presunçoso’, mas nunca avaliado como um orador. Conheça sempre o máximo que puder sobre o assunto da sua apresentação. E, se não tiver o conhecimento que deveria ter, pense duas vezes antes de aceitar o convite para falar.

SUPERDICAS DA SEMANA

* Não aceite convite para falar se não dominar o assunto
* Não fale aos gritos, mas também não fale baixo demais
* Não apresente uma mensagem como se os ouvintes fossem sempre iguais
* Não fale sem demonstrar envolvimento com a mensagem

Para ver outras dicas entre no meu site: http://www.reinaldopolito.com.br/

Reinaldo Polito

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Crédito faz bem

Posted by Adrian |Webmaster| On maio - 27 - 2009 ADD COMMENTS

Nada é mais importante em sua vida financeira do que seu crédito. Graças a ele, vivemos em lares melhores do que os que construiríamos com nosso próprio suor, pois podemos comprá-los de empresas que usam capital e tecnologias caras para construí-los. Também é graças ao crédito que podemos nos mudar para dentro desses lares ainda jovens e contar com os mesmos itens de conforto de que nossos pais desfrutam.

Numa visão mais ampla, o crédito nos permite contratar planos de saúde, que por sua vez asseguram que seremos atendidos em caso de emergência, por mais grave que seja.

Quanto mais bem avaliado for nosso crédito, mais limites teremos no cheque especial e no cartão de crédito, mais baratos serão nossos juros, menos tarifas pagaremos, mais mimos receberemos de nossos bancos e prestadores de serviços financeiros. Seu banco nunca lhe mandou presentes?? Então, você tem um longo trabalho a fazer por você mesmo.

O conceito é simples. Basicamente, você deve fazer as instituições financeiras acreditarem que você tem sua vida financeira tão equilibrada que eles pouco terão a melhorá-la com os serviços ou produtos que se esforçam para vender. Instituições financeiras lucram em cima das dificuldades de seus clientes, mas clientes com problemas lhes consomem recursos e dão trabalho para serem administrados.

Os melhores clientes dos bancos são os que menos precisam de seus serviços, pois são os que possuem comportamento mais previsível. Investem regularmente, só assumem financiamentos que conseguem pagar com o pé nas costas, não usam o limite do cheque especial e gastam todos os meses no cartão de crédito valores elevados e que oscilam pouco. Os bancos não precisam dedicar horas de um gerente para convencer bons clientes a contratarem produtos lucrativos para a instituição, pois esses clientes naturalmente têm a iniciativa de contratar o que lhes prouver.

Seu desafio é convencer seu banco de que você é um bom cliente ou, se não for ainda, que está no caminho certo para se tornar um excelente cliente em poucos anos. Cuide melhor, portanto, de seu crédito.

Gustavo Cerbasi

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Como Resolver Conflitos

Posted by Adrian |Webmaster| On maio - 27 - 2009 ADD COMMENTS

A maioria das pessoas está familiarizada com expressões como “enterrar o machado” e “fumar o cachimbo da paz”. Eis a história de como as crianças da tribo Sêneca resolvem suas divergências.

Se dois meninos Sênecas entrassem em um sério conflito, sua mãe lhes diria: “Vão fincar seus bastões”. Os meninos saberiam exatamente o que isso significava. Eles se afastavam um pouco do acampamento e fincavam três bastões durante uma lua (ou um mês). Findo esse prazo, a posição dos bastões determinava quem tinha razão. Enquanto isso, os meninos voltavam a brincar, deixando que os bastões resolvessem a contenda.

Eles poderiam combinar que, se os bastões pendessem para o nascente ao final da lua, Jorge teria razão; se pendesse para o poente, Paulo é que teria razão. Se os bastões caíssem, nenhum dos dois tinha razão. Por causa do vento e da chuva, os bastões quase sempre caiam. Era muito frequente os meninos sequer se lembrarem por que haviam fincado os bastões, com isso, a rixa era resolvida facilmente.

Como seria fácil resolvermos nossas confusões assim como essas crianças da tribo Sêneca. Quando vemos dois adultos ou um casal brigando a única coisa que escutamos são insultos e gritos. Uma boa história que ilustra as várias etapas possíveis de um conflito entre casais foi uma que achei na Internet chamada “Os Sete Estágios de um Resfriado”. Algum observador bem-humorado expõe a reação de um marido aos sintomas de gripe de sua esposa durante sete anos de casamento:

Primeiro ano: “Meu docinho de coco, estou preocupado com a minha bonequinha. Você fique apenas deitada, enquanto pego o carro e forro o banco para deixá-la aquecida para levá-la ao médico”.

Segundo ano: “Ouça, querida, não estou gostando do jeito dessa tosse. Vou dar um banho no bebê e acomodá-lo, depois te levarei a um hospital para um exame geral e repouso”.

Terceiro ano: “Está se sentindo um bagaço, hein, querida? Talvez seja melhor se deitar e descansar. Vou trazer alguma coisa para comer. Quer alguma sopa?”.

Quarto ano: “Olhe querida, seja sensata. Depois de dar comida para as crianças e lavar a louça, é melhor ir para a cama”.

Quinto ano: “Você parece que não está bem. Porque não toma logo duas aspirinas?”.

Sexto ano: “Se você simplesmente fizesse um gargarejo ou qualquer outra coisa em vez de ficar por aí tossindo como uma foca, eu agradeceria!”.

No Sétimo ano a mulher responde a pergunta do marido: “Por que Deus fez você tão bonita e tão tapada?”. Ela respondeu: “Ele me fez bonita para que você se casasse comigo, e tapada para que eu pudesse gostar de você!”.

Enquanto podemos achar graça nesta imaginária degeneração de interesse e preocupação, gostaria que você pensasse por alguns segundos, por que as pessoas gritam quando perdem a calma ou quando estão brigando? Porque quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito e para cobrir esta distância, precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.

Por outro lado, o que acontece quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram.

E quando o amor é mais intenso não necessitam sequer sussurrar, apenas um olhar, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas. Quando discordamos, não podemos deixar nossos corações se afastarem, não podemos dizer palavras que nos distanciem, para não chegar o dia em que a distância será tanta que não mais encontraremos o caminho de volta.

José Emilio Menegatti

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E VOCÊ? FAZ PARTE DE QUAL TIME?

Imagem de Amostra do You Tube

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Neste site são disponibilizados para vocês os textos motivacionais diversos que o pessoal da área de recursos humanos tem usado bastante para colocar nos quadros da empresa ou para enviar aos seus colaboradores… Temos também diversos vídeos muito úteis e de excelente qualidade que não se pode perder a chance de conhecer!

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