Expressar-se sem objetividade e clareza
Falar como um robô.
Falar demais ou falar pouco.
Falar muito baixo ou muito alto e rápido.
Falar sem modulação, monotonia.
Não pronunciar as palavras com a clareza necessária.
Perder-se em detalhes insignificantes para o cliente.
Usar argumentos genéricos.
Usar termos estrangeiros.
Usar palavreado excessivamente técnico.
Os terríveis vícios de linguagem: né, tá, aí, ok, entendeu?
Na comunicação não-verbal
Ajeitar os cabelos e os óculos, repetidamente.
Coçar as orelhas, a cabeça ou o nariz.
Colocar as mãos nos bolsos.
Ficar de braços cruzados.
Mexer na gravata, no chaveiro ou na caneta.
Olhar muitas vezes para o relógio.
Olhar para o teto ou para o chão.
Pigarrear ou bocejar.
Roer as unhas.
Na comunicação interpessoal
Chegar atrasado para o encontro com o cliente
Fornecer informações incorretas.
Interromper o cliente a todo momento.
Mostrar-se egocêntrico e prepotente.
Não levar em consideração o tempo do cliente.
Não se colocar no lugar do cliente.
Ser impaciente
Fonte: p. 28 da Revista “Venda Mais”, junho de 2006, Editora Quantum (www.editoraquantum.com.br)


