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September , 2010
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Archive for março, 2008

Emotologia e Motivação

Posted by Admin On março - 31 - 2008 ADD COMMENTS


Há muitas teorias de motivação. Nós analisamos 29 delas com o maior rigor científico para escrever este artigo. Em ciência, quando há a repetição de um fenômeno com os mesmos resultados, estamos diante de uma lei. E quando podemos provocar o fenômeno com os mesmos resultados, estamos diante de um fato científico. É com esse espírito que tratamos do tema a seguir.

Os estudos sobre motivação partem da evidência que há certas condições que impelem o ser humano à ação. Podemos usar o termo em inglês drive (Pronuncia-se /draiv/), que o psicólogo norte-americano Robert Woodworth (1832-1920) sugeriu para a energia que põe as coisas em ação. A palavra motivar vem do latim motus, “movimento”, por sua vez, derivada do verbo movere (Pronuncia-se /movére/), “mover”. O motivo é mais abrangente e mais de acordo com a natureza humana que drive. A motivação tem a ver com motivo, aquilo que impulsiona a pessoa de dentro para fora. São os motivos que levam a pessoa a agir.

Até hoje ainda se discute se é possível motivar alguém, uma vez que o motivo vem lá de dentro da pessoa e não lhe poderia ser colocado de fora. Queremos demonstrar que sim, é possível motivar pessoas, ou melhor, como criar motivos.

A motivação ocorre, então, com impulsos internos, que são engramas, isto é, traços impressos na mente por estímulos muito fortes. Esses traços impressos para nós são quadros mentais emotizados, isto é, carregados de elementos das emoções. Assim, o que se chama de motivo ou móbil é a ação decorrente desses engramas, que geram energia. Conseqüentemente, se criamos engramas deliberadamente, podemos, sim, criar motivação.

Concordamos que a motivação tem que partir de dentro, dos motivos da pessoa, mas o que está dentro pode ser formado de fora. O princípio básico da Emotologia diz que a atitude da pessoa perante a vida depende do estado do Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie (SAPE) no cérebro dessa pessoa e esse estado é formado por situações fortemente marcadas. E nós podemos deliberadamente criar tais situações.

Depois de compatibilizados os objetivos pessoais com os objetivos organizacionais, tanto uns quanto outros devem transformar-se em engramas de modo que sejam os impulsos internos a levar a pessoa a agir em direção aos objetivos e a transformá-los em resultados.

A esta altura, surge a pergunta: mas como criar esses engramas. As pessoas têm quatro fortes âmbitos de apelos emocionais, cada pessoa com sua própria ordem de prioridades: amor, saúde, desejo de consideração, dinheiro. Não só o que a pessoa quer realizar para si mesma, como o que ela precisa contribuir para a organização a que pertença, deve associar-se a um apelo emocional de modo que gere a energia da ação, com fatores intrínsecos que geram energia. Isto é, a motivação. Há todo um procedimento na Emotologia para criar essas situações, conforme nossa vontade. É o racional moldando o emocional.

Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia

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Emotologia: A Ciência do Ser Humano

Posted by Admin On março - 31 - 2008 1 COMMENT

Inicialmente, façamos algumas considerações sobre ciência. A palavra vem do particípio presente latino sciens, do verbo scire, “saber”. Quando queremos ir na essência do conhecimento é sempre aconselhado recorremos à etimologia para aumentar nossa percepção; assim, no caso de ciência, a idéia é mais voltada para o que se sabe e como se sabe que o objeto de estudo.

Na verdade, ninguém sabe realmente o que é ciência, assim como também não se define o que é arte. Mas sabemos que a ciência está mais voltada para a maneira como encaramos o conhecimento, sem distorções, sem quaisquer visões que tentem modificar a análise dos fatos, procedendo com total isenção, e não o tipo de conhecimento em si. A idéia errônea de que ciência é tudo aquilo que dá estouro no laboratório vem do tempo dos alquimistas e é totalmente ultrapassada.

A ciência procura desvendar o oculto por meio da atitude do pesquisador, por procedimentos guiados pelo espírito científico, isto é, com rigor, objetividade, sem preconceitos, sem tendenciosidade, com fundamentos metodológicos precisos.

Em relação à emotologia, comecemos pela origem da palavra: do latim e (x), “fora”, “para fora”, motio, “ação de mover” e o pospositivo grego –logia, de lógos, “tratado”, “estudo de”, mais o sufixo –ia, que forma nomes de ciências.

A palavra emotologia é um hibridismo, formada de elementos latinos e (x), motio e outro grego lógos, da mesma forma que a palavra sociologia, do latim socius, “companheiro” e lógos, criada por Auguste Comte para indicar o estudo científico da organização e do funcionamento das sociedades humanas e das leis fundamentais que regem as relações sociais, as instituições etc.

A emotologia é um corpo de conhecimentos sistematizados com base em elementos das neurociências e da física quântica, que, adquiridos via observação direta, identificação, descrição, investigação experimental, pesquisa e explicação teórica de determinadas categorias de fenômenos e fatos, são metódica e racionalmente formulados para promover o desenvolvimento das potencialidades humanas como elemento de autopreservação.

Esse é o conceito de emotologia. Conceito é uma síntese de uma noção a que se chegou pelo estudo, pela reflexão, pela experiência. Prefere-se conceito à definição, pois esta última palavra implica contornos bem delineados, com limites bem definidos daquilo que se quer explicar, o que não se consegue com o rigor exigido no campo das ciências.

Vamos analisar o conceito: um corpo de conhecimentos sistematizados. Muitos dos conhecimentos abrangidos pela emotologia encontravam-se esparsamente distribuídos em outros campos do saber humano e aqui nós os reunimos para dar-lhes consistência e destaque tal a sua relevância para as pessoas; com base em elementos das neurociências e da física quântica. A neurociência (esta palavra também é usada no plural: neurociências) indica qualquer ciência que se refere ao sistema nervoso; física quântica, ciência que investiga as leis do universo no que se refere às partículas extremamente pequenas ou no que diz respeito à energia; adquiridos via observação direta. A observação direta é um método científico. O que faz um conhecimento ser científico não é a sua natureza e, sim, a maneira como é estudado e apresentado. A identificação é o ato ou efeito de conhecer, de reconhecer, de distinguir os traços característicos de alguma coisa, no caso, para poder estudá-los com rigor; descrição: depois de observados fenômenos e fatos vem a descrição, que consiste numa representação do que foi verificado; investigação experimental que consiste no fato de as mesmas causas produzirem os mesmos tipos de efeitos, podendo o ato ser repetido. A emotologia tem leis e efeitos; pesquisa é um conjunto de atividades que têm por finalidade a descoberta de novos conhecimentos no domínio científico, literário, artístico etc.; explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos indica o ato de tornar claro aos outros o resultado da observação, identificação e conclusões destacando as características comuns para melhor compreendê-los; são metódica e racionalmente formulados indica que o método científico, com racionalidade, isto é, comparados os dados e informações, deduziram-se conseqüências e foram enunciados de forma precisa conforme os estudos; para promover o desenvolvimento das potencialidades humanas como elemento de auto-realização – aqui está a grande razão de ser da emotologia pois a auto-realização é o maior fator de motivação para que o ser humano cumpra sua destinação biológica e a Natureza persiga sua maior finalidade: a preservação da espécie. Esse é o objeto da Emotologia.

Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia

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Escola de Pais

Posted by Admin On março - 31 - 2008 ADD COMMENTS

Pais e professores têm basicamente os mesmos objetivos em relação aos alunos; por isso, precisam estar afinados quanto aos propósitos.

Os pais, desde o maternal, entregam à escola o que têm de mais precioso: seus filhos. Professores e pais querem o sucesso dos alunos, mas, com as mudanças velozes que estão ocorrendo na sociedade, os pais não devem avaliar os professores e a escola com os padrões de quando estudaram.

Ensinar, hoje, não é transmitir conhecimento; é, acima de tudo, preparar os alunos para que eles aprendam a aprender, que desenvolvam suas potencialidades como elemento de auto-realização. A nota alta de hoje pode não representar nada em relação aos conhecimentos dos alunos, uma vez que o mais importante é que eles estejam preparados para dominar quaisquer novos conhecimentos.

A escola deve desenvolver a capacidade de adaptação de seus alunos, vale dizer, é preciso criar as condições para que os alunos desenvolvam sua inteligência e sua criatividade mais do que obter notas altas. Aliás, as notas devem ser substituídas por conceitos, de modo que os alunos não fiquem rotulados negativamente porque tiraram notas baixas.

O sucesso na escola nunca assegurou o sucesso na vida, muito menos hoje que as situações mudam constantemente e velozmente. A escola de sucesso hoje em dia é aquela que cria condições para que os alunos desenvolvam seu potencial. A idéia de ensinar deve evoluir de “transmitir conhecimentos” para a de ”criar as condições para que os alunos aprendam melhor e mais rápido”.

Nem sempre a ansiedade dos pais e a respeito do futuro de seus filhos permite-lhes assimilar rapidamente a mudança nos rumos do ensino; por isso, falamos em escola de pais para que eles participem efetivamente da educação de seus filhos.

“Não haverá nenhuma mudança em educação que não seja centrada nas atitudes dos pais, professores e alunos.” – Luiz Machado, Ph.D.

Dia 15 de outubro comemoramos o dia do professor, então, como um presente a todos aqueles que contribuem para o desenvolvimento de nossa sociedade – pais, professores, líderes empresariais ou de comunidades -, ofereceremos nas próximas sete newsletters, reflexões importantes sobre a arte e ciência do processo de ensino/aprendizagem.

Artigo extraído dos livros do Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia

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E VOCÊ? FAZ PARTE DE QUAL TIME?

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Neste site são disponibilizados para vocês os textos motivacionais diversos que o pessoal da área de recursos humanos tem usado bastante para colocar nos quadros da empresa ou para enviar aos seus colaboradores… Temos também diversos vídeos muito úteis e de excelente qualidade que não se pode perder a chance de conhecer!

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