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September , 2010
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Archive for fevereiro, 2008

A essência humana na integração organizacional

Posted by Admin On fevereiro - 29 - 2008 ADD COMMENTS

Armando Correa de Siqueira Neto

Historicamente, encontramos diferentes formas de fragmentação humana, embasadas no modelo de ciência que utilizamos. Com o advento industrial, surgiram modelos de divisão do trabalho e especialização do operário, contribuindo, também, para o isolamento das pessoas e a perda de visão do todo.

As organizações buscam, avidamente, encontrar soluções para os problemas fundamentais de comunicação. Entraves relacionados ao capital humano e à fragmentação departamental existente. A finalidade é a de integrar os vários departamentos que constituem a corporação (termo este que deriva da palavra corpo, com sentido integral).

Uma das formas de se trabalhar esta deficiência tem sido a utilização de softwares de integração, que são programas criados para coordenar as múltiplas informações que transitam nas organizações (palavra derivada de órgãos, ou conjunto deles). As técnicas administrativas utilizadas para facilitar as implantações de programas e a gestão de mudanças são importantes, entretanto não têm força suficiente para “segurar o rojão”. Artifícios externos devem entrar em acordo com os recursos internos das pessoas envolvidas em cada processo organizacional.

É primária a necessidade de se levar em conta a vida subjetiva do ser humano para desenvolver programas de integração. A prioridade é se concentrar no relacionamento sócio-afetivo, para depois introduzir os de informações e atividades específicas da companhia (palavra que significa comer junto o pão, em companhia).

Se tomarmos as ações de forma isolada, unilateralmente, aumentaremos os riscos, e com isso, dificilmente a organização se aproximará do sucesso. Criar culturas organizacionais facilitadoras é um desafio que deve ser implantado rápida e firmemente. A cultura de integração deve dar espaço às manifestações pessoais de cada colaborador. É preciso que todos os profissionais estimulem este processo de comunicação. Deixar de lado, de verdade, a hierarquia vertical que apenas afasta as pessoas. Crê-se que as definições hierárquicas colocam cada um no seu devido lugar.

E isto é profundamente verdadeiro. Cada um na sua parte e só. Se prezarmos a unidade, precisamos de aproximação. A lógica da natureza humana nos sinaliza que para haver sintonia entre as pessoas é preciso convívio, variando em graus a sua profundidade qualitativa.

Estudos de longa data demonstram que faz parte do convívio social a formação de vínculo afetivo construído inicialmente em casa com os pais. Posteriormente, este modelo de contato é utilizado para as outras relações, em seus vários níveis. Integrar pessoas, portanto, é abrir canais afetivos que comunicam, a todo momento, o que sentimos. No entanto, costumamos, de forma eficaz, bloquear este tesouro das relações humanas. Isto se deve, pelo fato de aprendermos que trabalho é trabalho e vida pessoal é vida pessoal. Em suma, proibimos o que é inevitável e permitimos o que prejudica: o bloqueio, a ruptura.

Outro ponto vital é a aprendizagem. Cada um aprende de uma maneira. Existem métodos generalistas que agrupam as pessoas e as forçam a aprender por meio daquela estratégia específica. Não há como criar um método para cada ser humano. Todavia, o sucesso está ligado ao fato de nos aprofundarmos em conhecimento sobre o outro e extrair alguns modelos de como se dá o processo de aprendizagem. Para isso, precisamos nos dedicar em ouvir o outro mais atentamente, percebendo a sua totalidade. Como ele pensa e sente. O que o motiva na vida. Como ele percebe as pessoas e coisas que o rodeiam. De que maneira ele constrói o saber internamente.

Cabe lembrar que somente a pessoa é capaz de desenvolver as suas potencialidades. Somos colaboradores apenas. O que nasce neste tipo de relação é a confiança, elemento de grande escassez no dias atuais. Ela é uma base importante para que as relações humanas ocorram com solidez.

O caminho das pedras preciosas está em, também, levar em conta as emoções e os processos subjetivos do ser humano. Observar e conhecer a sua totalidade, para que, correspondentemente, ocorra a tão sonhada integração. Com estas questões facilitadoras, talvez seja mais fácil implantar programas que buscam a unidade organizacional.

As organizações contam com os seus colaboradores. Apenas, não percebem tão claramente que as partes fragmentadas desta convivência geram frustração e dificuldades na sobrevivência. Há um mercado extremamente competitivo e em crescimento que demanda atitudes, idéias, planejamentos, implementações e, sobretudo, integração humana. Isto faz total diferença.

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A Era Do Administrador

Posted by Admin On fevereiro - 29 - 2008 ADD COMMENTS

Porque os Estados Unidos são o país mais bem-sucedido do mundo? Porque são um país que resolveu o problema da miséria e da estagnação econômica, ao contrário do Brasil?

O segredo americano, e que você jamais encontrará em nenhum livro de economia, é que os Estados Unidos são um país bem administrado, um país administrado por profissionais.

Dezenove por centro dos graduados de universidades americanas são formados em administração. Administração é a profissão mais freqüente, e por enquanto a que dá o tom ao resto da nação.

Infelizmente, o Brasil nunca foi bem administrado. Sempre fomos administrados por profissionais de outras áreas, desde nossas empresas até o governo. Até recentemente, tínhamos somente quatro cursos de pós-graduação em administração, um absurdo!

De 1832 a 1964 a profissão mais freqüente no Brasil era a de advogado, e foi essa a profissão que exerceu a maior influência no país, tanto que nos deu a maioria de nossos presidentes até 1964. A revolução de 1964 acabou com a era do advogado e a legalidade, e tivemos a era do economista, que perdura até hoje.

Nos próximos dez anos isso lentamente mudará. O Brasil já tem 2300 cursos de administração, contra 350 em 1994. Estamos logo depois dos Estados Unidos e da Índia.

Administração já é hoje a profissão mais freqüente deste país, com 18% dos formandos. Antes, nossos gênios escolhiam medicina, direito e engenharia. Agora escolhem medicina, administração e direito, nessa ordem.

Há dez anos tínhamos apenas 200.000 administradores, e só 5% das empresas contavam com um profissional para tocá-las. O resto era dirigido por “empresários” que aprendiam administração no tapa. Por isso, até hoje 50% das empresas brasileiras quebram nos dois primeiros anos e metade de nosso capital inicial vira pó.

O que o aumento da participação dos administradores na gestão das empresas significará para o Brasil? Uma nova era muito promissora. Finalmente seremos administrados por profissionais, e não por amadores. Daqui para a frente, 75% das empresas não quebrarão nos primeiros quatro anos de vida, e nossos investimentos gerarão empregos, e não falências.

Em 2010, teremos 2 milhões de administradores formados, e se cada um empregar vinte pessoas haverá 40 milhões de empregos novos. Será o fim da exclusão social.

Administradores nunca foram ouvidos por políticos e deputados nem concorriam a cargos públicos. Em 2010, é muito provável que teremos nosso primeiro presidente da República formado em administração. Por incrível que pareça, nunca tivemos um executivo no Executivo.

Muitos de nossos ministros e governantes aprendiam administração no próprio cargo, errando a um custo social imenso para a nação. Foi-se o tempo em que o mundo era simples e não havia necessidade de ter um curso de administração para ser um bom administrador.

Em 2006, o candidato da oposição que demonstrar boa capacidade gerencial será um forte candidato à sucessão de Lula. João Paulo Cunha, do PT, já o alertou de que, “se houver um bom administrador, ele conquistará o eleitorado da periferia”.

Não quero exagerar a importância dos administradores, mas somente lembrar que eles são o elo que faltava. Ordem não gera progresso, estabilidade econômica não gera crescimento de forma espontânea, sempre há a necessidade de um catalisador.

Não será uma transição fácil, pois as classes dominantes não aceitam dividir o poder que têm. Há muita gente interessada em manter essa bagunça e desorganização, como vivem denunciando Luiz Nassif, Arnaldo Jabor e José Simão. Gente que é contra supervisão, eficiência e organização.

Administradores têm pouco espaço na imprensa para defender suas idéias e soluções. Em pleno século XXI, sou um dos raros administradores com uma coluna na grande imprensa brasileira, e mesmo assim mensal. Peter Drucker há quarenta anos tem uma coluna semanal em dezenas de jornais americanos, ele e mais trinta gurus da administração.

Administradores têm outra forma de encarar o mundo. Eles lutam para criar a riqueza que ainda não temos. Economistas e intelectuais lutam para distribuir a pouca riqueza que conseguimos criar, o que só tem gerado mais impostos e mais pobreza.

Se esses 2 milhões de jovens administradores que vêm por aí ocuparem o espaço político que merecem, seremos finalmente um país bem administrado, com 500 anos de atraso. Desejo a todos coragem e boa sorte.

Este artigo foi publicado por Stephen Kanitz (www.kanitz.com.br), na Revista Veja em 5 de janeiro de 2005, página 21.

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A disciplina da inovação

Posted by Admin On fevereiro - 29 - 2008 ADD COMMENTS

Na competição hyper para soluções da descoberta, os gerentes preocupam-se demasiado sobre características e personalidade: Sou eu esperto bastante? Eu tenho o temperament direito? — e não bastantes sobre o processo. Um compromisso à busca sistemática para idéias imaginative e úteis é que parte bem sucedida dos empreendedores, não algum gênio ou traço especial. O que é mais, o empreendimento pode ocorrer em um negócio de todo o tamanho ou idade porque, no coração, tem que fazer com um determinado tipo da atividade: inovação, o esforço disciplinado melhorar o potencial de um negócio.

A maioria de inovações resultam de uma busca conscious, purposeful para oportunidades dentro da companhia e da indústria as.well.as o ambiente social e intelectual maior. Uma inovação bem sucedida pode vir de puxar junto as costas diferentes do conhecimento, de reconhecer um tema subjacente na percepção pública, ou de extrair introspecções novas da falha. A chave deve saber onde olhar.

Os empreendedores bem sucedidos não esperam idéias inovativas golpear como um parafuso do relâmpago. Saem procurando oportunidades da inovação em sete áreas chaves:

1. Ocorrências inesperadas. Estes incluem frequentemente falhas. Poucos povos sabem, por exemplo, que a falha do Edsel conduziu a Ford realizar que o auto mercado estêve segmentado agora pelo lifestyle em vez pelo grupo da renda. A resposta por Ford era o mustang, e uma auto legenda foi carregada.

2. Incongruities. Pelos 1960s, a remoção do cataract tinha-se tornado high-tech, à exceção de cortar um ligament, uma etapa old-fashioned que fosse incômoda para cirurgiões do olho. Os laboratórios de Alcon responderam modificando um enzyme que dissolvesse o ligament. Os cirurgiões aceitaram imediatamente o produto novo, dando a Alcon um monopólio.

3. Necessidades do processo. Duas inovações process desenvolveram ao redor 1890 criaram os meios como nós o sabemos hoje: o linotype fêz possível produzir rapidamente jornais, e anunciar fêz possível distribuir a notícia praticamente livre da carga.

4. Mudanças da indústria e do mercado. A firma de agência corretora Donaldson, Lufkin & Jenrette conseguiu o sucesso fabulous porque seus founders reconheceram que o mercado emergente para investors institutional um dia predominate na indústria.

5. Mudanças demográficas. Por que são os japoneses adiante no robotics? Ao redor 1970, todos souberam que havia um busto do bebê e uma explosão da instrução, tais que o número de trabalhadores blue-collar do manufacturing declinaria. Todos soube – mas somente o japonês fêz exame da ação.

6. Muda na percepção. Tais mudanças não alteram os fatos, mas podem dramàtica mudar seu meaning. A saúde dos americanos nunca foi melhor, contudo nós obsessed com impedir a doença e permanecer aptos. Os innovators que compreendem nossa percepção da saúde lançaram compartimentos, alimentos de saúde introduzidos, e classes começadas do exercício.

7. Conhecimento novo. As inovações knowledge-based requerem tempos de ligação longos e a convergência de tipos diferentes do conhecimento. O computador requereu o conhecimento que estava disponível por 1918, mas o primeiro computador digital operacional não apareceu até 1946.

A inovação purposeful começa com olhar, pedir, e escutar. O talent e o conhecimento perito ajudam, mas não deluded por todas as histórias sobre flashes da introspecção. A tarefa chave é trabalhar para fora de analìticamente o que a inovação tem que ser a fim satisfer a uma oportunidade particular.

Fonte Do Artigo:Local Da Instrução Do Negócio

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E VOCÊ? FAZ PARTE DE QUAL TIME?

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Neste site são disponibilizados para vocês os textos motivacionais diversos que o pessoal da área de recursos humanos tem usado bastante para colocar nos quadros da empresa ou para enviar aos seus colaboradores… Temos também diversos vídeos muito úteis e de excelente qualidade que não se pode perder a chance de conhecer!

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