Aprenda valorizar-se…

Você qual é seu valor? Sabe quais são suas reais competências, habilidades e valores pelos quais merece ser reconhecido?

Pois, saiba que muitas vezes o medo que impede você de agir, de enfrentar seus desafios, é o desconhecimento de seus potenciais e qualidades. Por isso quero lhe falar hoje , sobre a importância de se automotivar.

Para isso, quero destacar o quanto é necessário que você conheça seu verdadeiro valor. Suas capacidades, competências e habilidades.

Reflita e responda esta questão: Como é que você busca a coragem, motivação e entusiasmo para enfrentar os grandes desafios da sua vida?

Como se sente, quando não recebe o reconhecimento que imagina, merecer? Será que você também não anda subestimando seu real valor?

Bem, para lidar com isso você que fazer um inventário completo das qualidades e competências, para que não dependa de apenas descobrir esses tesouros pessoais, quando outros lhe mostram.

Quer ver como é isto?

Vou contar-lhe uma pequena historia, para que reflita a respeito.

Conta-se que uma vez o dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, certo dia o abordou na rua e disse:

- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que poderia redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou lápis e papel e escreveu:

- Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortado por cristalinas e marejantes águas de um lindo ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes na varanda.

Algum tempo depois, o poeta encontra-se com o comerciante e pergunta-lhe se já havia vendido o sítio.

- Nem pensei mais nisso, disse o homem. Depois que li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!

MORAL DA HISTÓRIA: Às vezes, não percebemos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás da miragem de falsos tesouros.

Devemos valorizar o que temos e que nos foi dado gratuitamente pelo Criador do Universo: os amigos, o emprego, o conhecimento que adquirimos, a saúde, o sorriso dos filhos e o afago do cônjuge. Estes sim são verdadeiros tesouros.

Agora eu pergunto a você: Quais são os teus grandes tesouros que ainda não foram descobertos por você mesmo?

Quero lhe propor um desafio então. Pare e faça um inventário das suas qualidades, seus valores e suas competências. Tenho certeza que você irá descobrir talvez de forma espantosa, quanta riqueza habita o teu ser.

Pense nisso…

Tenha um Bom Dia HOJE…!

Sigmar Sabin

Professor e Aprendiz da vida

Socorro, a comunicação sumiu!

Estou preocupado com um fenômeno que está atingindo cada vez mais as pessoas: a preguiça em ler um documento do início ao fim. Ninguém mais quer se dar ao trabalho de ler e interpretar um texto, por menor que seja. Parece que é mais fácil ligar para a pessoa que o enviou e pedir que esta lhe faça um resumo.

Isto está ocorrendo em todos os níveis. Algumas pessoas alegam não ter tempo para ler e deixam para depois, principalmente quando o texto possui mais de uma página, caindo assim no esquecimento. Outras dizem simplesmente que não entenderam o primeiro parágrafo e param por ali mesmo. É impressionante!

Têm aqueles que leem somente o primeiro parágrafo e já saem “distribuindo” a notícia da forma como entenderam, surgindo aí os famosos “telefones sem fio” com a mensagem totalmente distorcida.

Falando especificamente da área contábil, até que tentamos resumir as informações enviadas aos clientes, mas na maioria das vezes é quase impossível, principalmente quando se trata de procedimentos fiscais e administrativos.

Conversando com outros colegas do ramo, vejo que a maioria tem a mesma dificuldade em lidar com esta situação.

Minha preocupação não se restringe somente à comunicação escrita, mas também à comunicação verbal. Sinto que muitas pessoas não conseguem se concentrar em ouvir uma mensagem completa. Você inicia uma conversa e o seu “ouvinte” parece estar em outra dimensão, balançando a cabeça e fazendo de conta que está entendendo a mensagem, mas na realidade, está angustiado à espera de uma brecha para falar de outro assunto de seu interesse, ou simplesmente querendo fugir o mais rápido possível.

Como se não bastasse tudo isso, ainda temos que conviver com a rotatividade dos funcionários que trabalham na área administrativa de nossos clientes, justamente aqueles que já estavam familiarizados com as rotinas e procedimentos contábeis e que deverão passar por um novo processo de treinamento, pois na maioria dos casos não possuem qualificação plena nesta área.

Tudo isso leva a conclusão de que a maioria dos problemas é gerada simplesmente por falhas de comunicação. “Ah, eu entendi assim”, “Achei que era desta forma”, “Por que você não me avisou que haveria multa”, etc.

Por mais que você se esforce em manter os comunicados importantes devidamente protocolados, sempre haverá um atrito quando ocorrer algum problema relacionado a algum fato importante que ao olhar do cliente “não foi devidamente esclarecido”.

Então, quando temos uma informação importante a repassar ao nosso cliente, somos forçados a fazê-la de varias maneiras diferentes e criativas, a fim de ter certeza de que o objetivo foi alcançado.

Ou seja, não basta você enviar um e-mail com informações importantes, você tem que ligar para o cliente e conversar sobre o assunto. Se não resolver por telefone, marcar uma reunião para sanar todas as dúvidas.

Da mesma forma deve ser feito com a equipe responsável pelos procedimentos. Não deixe que mal entendidos interfiram na relação de sua empresa com os clientes, pois mesmo que você tenha razão, numa discussão com o cliente, você sempre será o maior perdedor.

“Sessenta por cento de todos os problemas administrativos resultam da ineficácia da comunicação.” (Peter Drucker).

Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro.

Para nossa reflexão e ação.

O texto abaixo foi escrito para uma formatura da FAAP, por Nizan Guanaes, que foi o paraninfo da turma. Veja só o que este publicitário escreveu!… Não é por menos que ele é um dos grandes redatores do mundo e dono de um verdadeiro império da mídia…
“Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, como vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, que julgo valiosos.

Meu primeiro conselho:

Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro.

Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor.
Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência.
Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha.

Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro.

Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro.

Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.

E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham, porque são incapazes de sonhar.

E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma.

A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano.

O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse:

- ‘Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo.’

E ela respondeu:

- ‘Eu também não!’

Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.

Meu segundo conselho:

Pense no seu País.

Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal, é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo.

O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada.

Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chegam a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassú.

Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia:

‘Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito’.

É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia:

Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito, ou seja, é preferível o erro à omissão, o fracasso ao tédio, o escândalo ao vazio.

Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.

Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute.

Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido, tendo consciência de que cada homem foi feito para fazer história.

Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução.

Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar, sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.

Não use Rider, não dê férias a seus pés.

Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: ‘eu não disse?!’, ‘eu sabia!’.

Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa.

Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar.
Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam.
Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.

Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. Das 8 às 12, das 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio (que é a morada do demônio) e constrói prodígios.

O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses, que trabalham de sol a sol, construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta.

Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.

Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo (que é mesmo o senhor da razão) vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.

E isso se chama… SUCESSO!”